31 maio, 2007

Friendship


Às vezes, basta um cheiro, uma música ou uma palavra... E pronto! Lá vem a saudade entrar em ação, trazendo sempre muitos sentimentos com ela: tristeza, ressentimento, alegria, amargura, desilusão, esperança – além de um forte desejo de querer voltar no tempo... É quando dizemos que a saudade dói no coração, na alma.

Podemos dizer que nem tudo é melancolia, quando o coração aperta e vem aquele "nó na garganta", recordando um amor, uma fase da vida ou um lugar. A saudade pode ser transformada num sentimento confortante, livrando-se do lado sombrio da melancolia e ficando apenas com o lado bom e gostoso do que está longe, de quem não está mais aqui... Do que não volta mais.

Existem saudades que nos levam a uma reavaliação de como estamos conduzindo a nossa vida, que pode estar muito acelerada ou desconectada de nossa realidade e necessidade. É o caso daquele amigo que você morre de saudade e que mora na mesma cidade. Neste caso, não é difícil resolver o problema; basta reorganizar a rotina para ter um tempo de ligar ou mesmo encontrá-lo. Isso vale para muitas outras saudades.

Sentir saudade é bom, mas precisamos aprender a abrir espaços para novas experiências, vivências e pessoas. Quando se sente saudade de um amor do passado com muita freqüência, a ponto de se tornar uma obsessão, é momento de reavaliar a situação do atual relacionamento afetivo. Essa pessoa amada do passado pode estar sinalizando que alguma coisa está faltando hoje. Podemos avaliar se os relacionamentos afetivos atuais possuem carinho, afeto, romantismo e até mesmo a paixão que havia no antigo amor.

Porém, se a saudade é de um ente querido que faleceu, recomendo que se avalie o que essa pessoa representou e representa na sua vida, para que possamos lembrar dela sem ressentimentos ou idealizações excessivas. O ente querido pode continuar a viver dentro de você com as coisas boas que ele deixou.

Observe que é possível preencher esse espaço vazio, de certa forma, com as relações atuais, principalmente com pessoas mais velhas, por exemplo, que possam nos dar o apoio, o incentivo e até mesmo o “colo” que tínhamos dos nossos pais. Não é esquecer ou substituir o ente querido por outro; é amenizar a dor da falta, da perda, da solidão...

A dificuldade excessiva em superar a falta, a perda e a tristeza podem provocar doenças de fundo psicossomático e até mesmo a depressão, uma vez que as emoções influenciam diretamente o nosso organismo. Neste caso, é importante evitar os pensamentos depressivos e procurar vivenciar a saudade de forma positiva, deixando de fora a dor e a amargura, estimulando as recordações dos momentos alegres.

Não existe nenhuma química que acabe com a saudade, mas você pode recorrer ao auxílio de um psicólogo para, através de um processo de psicoterapia, reavaliar a sua vida e livrar-se da tristeza e da dor.




"Subi no pé de alface p/ ver minha amiga passar, minha amiga não passou e eu desci"..

2 comentários:

  1. Dani do bullying1/6/07 20:00

    Aleluia! Criaturinha aqui crio vergonha, arrumo um tempo p/ atualiza o blog...e ó,te linkei já por lá, td certinho! Demoro,mas fiz!ehehhehehe
    Guria,tenho 3 provas amanha...tenho q volta a estuda,por sinal..ehehehehee
    Um bjao ai!bom findis!!!!!

    ResponderExcluir
  2. SAUDADEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE TBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBB!!!
    saudadeeeeeeeeee eh uma merdaaaaaaaaaaa!!
    keria era matar a saudade amiga!!!
    =/
    Bjuuuuuuuu
    t AMUUuUuu
    FRIENSHIP FOREVER!

    ResponderExcluir

Oieeee...
Neste blogspot o livre arbítrio está ativado, ok!?

Obrigada por seu comentário!
Irei retribuir o mais breve possível.